Trabalho, lar e botequim: o cotidiano dos trabalhadores no Rio de Janeiro da belle époque por Sidney Chalhoub

8 abr

Toda vez que eu penso na relação dos espaços do mundos do trabalho, vem a mente esse livro. Recentemente, fui atrás de algum pdf, ou texto aberto sobre o mesmo… encontrei essa resenha, que quem sabe vos instigais a caçar esse livro.

de antemão, segue a citação de abertura da resenha… e posso dizer, fazia tempo que não via uma citação tão interessante!

“Não nos esqueçam de que a condição de  assalariado, que hoje ocupa a grande maioria dos  ativos e a que esta vinculada a maior parte das proteções contra os riscos sociais, foi, durante  muito tempo, uma das situações mais incertas e,  também, uma das mais indignas e miseráveis. Alguém era um assalariado quando não era nada e nada tinha para trocar, exceto a força de seus braços”

(Robert Castel. As metamorfoses as questão social – uma crônica do salário. Tradução de Iraci D. Poleti – Petrópolis, RJ: Vozes, 1998, 3 ed. pp. 21)

o link para a resenha completa, clique AQUI

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