Partes de um caminho longe de casa

14 jun

Ficamos muito ansiosos com a ideia de um dia viajar para longe de nossa casa. Conhecer sempre deveria ser um norte para a humanidade. Conhecer, adquirir conhecimento, uma ação de desbravamento. Hoje estou voltando para um pouco mais perto de casa. Ontem (11/06/2011) estive na Suécia. E, desse belo e confuso país que vem minhas primeiras impressões.

Depois de varios anos que acreditei cursar uma escola de língua inglesa, eu pude praticar  de fato os gastos educacionais, que meus pais tiveram sobre intercâmbio lingüístico. Vocês acham que foi fácil? É claro que foi trágico. Descobri que todas as palavras começadas com “w” soa igual vindo da minha boca.

Não adiantava falar sobre o tempo(weather), que só compreendiam a palavra peso(weight)! Então, todos riam quando eu falava sobre o “peso” mais maluco que eu já vi! Mas no caminhar das tantas, as palavras começaram a sair e o tempo verbal começou a ser melhor conjugado.

Logo na primeira hora de Suécia comecei a entender o sentimento depressivo que ronda aquele país. A vida é muito estática. As pessoas nao esbolçam nenhum sentimento. Tenho muitas dúvidas sobre a diferença de expressão de felicidade para tristeza. Apenas os que convivem com os brasileiros assimilaram esse trejeitos. Todavia, os brasileiros também aprenderam um pouco da frieza do norte!

A noite no verão é um longo entardecer que culmina com a alvorada. Falaram-me que no inverno é o contrário, o dia é uma longa alvorada que traz a noite. Você não tem do que reclamar e se preocupar. Existe insegurança devido às ondas de assalto promovida por gangues polonesas. Todavia a boa qualidade de vida e o alto poder aquisito despreocupa aquele povo.

O melhor de tudo é saber que aquele povo tão bonito, com traços tão diferentes da gente tem dentro de si, bastante, humildade. Benke Bergstrom é um desses caras. Na sua forma de esbouçar felicidade ele me apresentou um pouco da sua cidade. Sempre atencioso e admirado pela minha admiração.

Logo mais estou voltando para casa, e escrevei mais sobre esses sentimentos que por lá andei sentindo!

 

 

Abraços,

Rodrigo Fuser

(o velho capitão daquele submarino amarelo)

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